De topless, Marina tenta seduzir Clara “Em Família”

Nos próximos capítulos de “Em Família”, surgirá um clima entre Marina (Tainá Müller) e Clara (Giovanna Antonelli) quando as duas estiverem fazendo topless na praia. Mas a irmã de Helena (Julia Lemmertz) logo tratará de mudar o assunto. A informação é do jornal “O Globo”, veículo das Organizações Globo.

Em uma praia deserta com Clara, Marina tem a ideia de tirar a parte superior do biquíni e pede ajuda para a assistente. Em seguida, ela pede que Clara faça o mesmo e a ex-dona de casa aceita. Uma passa óleo bronzeador na outra e depois elas começam uma conversa sobre a festa de aniversário de Clara, que terá uma exposição com fotos dela. “Estava pensando se não é melhor eu convidar os seus amigos para a comemoração do seu aniversário. Não você”, diz Marina.

“É, pode ser, não pensei nisso ainda. Não gosto de parecer o que eu não sou. Fico pensando: uma exposição de fotos com a minha cara! Por quê? As pessoas vão comentar: ‘Essa aí está se achando!’. Você já fotografou mulheres importantes: Atrizes, modelos, gente muito linda que todo mundo tem interesse e curiosidade de ver. E o que eu faço numa galeria dessas?”, responde Clara.

A fotógrafa então brinca. “Você não acredita no poder das mulherzinhas?”, fala. “Falei a verdade: Sou uma autêntica ‘prendas domésticas’. Para ser completa só precisava fazer um curso de corte e costura”, comenta a assistente. “E não acha que uma mulher assim é interessante?”, questiona Marina.

Clara reflete. “Sei lá. Tem louco para tudo. Meu marido achou. Me disse assim, quando me pediu em casamento: ‘Estou precisando de alguém para me levar café na cama'”, conta. “Que machista”, se surpreende Marina. “Pior que era verdade. Preguiçoso que só vendo. Um homem cheio de defeitos. Não para em emprego, não ajuda na casa, esquece o dia do meu aniversário, não é ciumento…”, reclama a mulher de Cadú (Reynaldo Gianecchini).

A fotógrafa então diz que não ter ciúmes é uma qualidade, mas Clara discorda. “As mulheres gostam de homens que fazem elas sofrerem um pouquinho, não é?”, pergunta Marina. “É verdade. Às vezes a gente gosta de ter um dono. De pertencer a alguém”, analisa a assistente. “De ser amada e domada ao mesmo tempo”, fala Marina.

“Isso. Acho que é isso. Homem tem que ter pegada”, concorda Clara. “Mulher também”, responde a fotógrafa. Surge um clima entre as duas e a assistente, percebendo algo estranho, foge do assunto fazendo um elogio ao marido. “Mas com todos esses defeitos… meu marido é encantador”, afirma.

Mais tarde, quando as duas estiverem almoçando em um restaurante, Marina tentará uma nova investida em Clara. “Uma coisa eu posso lhe garantir, Clarinha. Depois dessas fotos você será uma outra mulher. Não apenas para os outros, mas para você mesma. Uma Clara que nunca ninguém desvendou. Você – como só eu te vejo. Como só eu conheço! Uma Clara mais clara. Para mim”.

Anúncios